Relações

Um dos grandes caminhos de desenvolvimento pessoal e, por seu turno, de tomada de consciência prende-se com a forma como nos relacionamos.
Como me relaciono com o outro? Com um amigo, familiar, namorado(a), marido ou mulher?
“Como me relaciono?” seria a grande pergunta a colocar por forma a ampliarmos o foco da nossa visão – como e desde onde me relaciono?

Uma das crenças que trazemos é a do modelo de companheiro ideal. Esta crença revela-se altamente limitadora e destrutiva nos relacionamentos e urge compreender que o modelo de relação deve ser construído pelo próprio sujeito, a cada instante.

De que forma podem as nossas relações refletir o próprio nível de maturação pessoal e evolutivo no momento atual? Será a relação um espelho e, por isso, uma janela de oportunidade para uma tomada de consciência?
Não existe o correto ou o errado, o foco deve ser colocado na valorização desse reflexo.

Revisitar o ideal que possuímos ajuda-nos a empreender dois grandes caminhos. O primeiro é o de tornarmo-nos nessa pessoa que almejamos encontrar externamente. Neste ponto pode questionar-se “como posso desenvolver estas qualidades em mim?”; o outro aspeto está relacionado com a amabilidade e a convivência saudável com a solidão. Estar sozinho e conviver connosco próprios é fundamental dentro e fora de um relacionamento.
A compreensão e integração deste auto-relacionamento pode ser a chave para um caminho a dois.